29 março 2008

SALVADOR DALI EM “WHAT’S MY LINE?”


Uma jóia: um video de 1950 do programa “What’s My Line?”.
Os participantes ficam vendados e tem de adivinhar quem é a celebridade, neste caso Salvador Dalí, mediante perguntas que só podem ser respondidas pelo sim ou pelo não.
A graça do jogo é ir encurtando em uma área do personagem e descartando todas as outras a que não pertence. O problema é que Dalí se considerava pertinente em todas, incluindo uma resposta afirmativa a “Você é envolvido no esporte e no atletismo?”.
O apresentador intervém a cada tanto, tratando de encaixar o personagem em um perfil, tarefa impossível em se tratando de Dalí.

Imperdível!

23 março 2008

UM EM CADA CEM NORTE-AMERICANOS ADULTOS ESTÁ PRESO

Os Estados Unidos encarceraram mais pessoas do que qualquer outro país do mundo, e pela primeira vez na história, mais de 1% da população adulta está atrás das grades, segundo um relatório publicado no dia 28 de fevereiro deste ano.
O relatório do Centro Pew, em Washington, disse que no começo de 2008 havia mais de 2,3 milhões de adultos presos nos EUA. A China, que é muito mais populosa, vem em segundo lugar, com 1,5 milhão de presidiários. A Rússia ocupa a terceira posição, com 890 mil detentos.
"Além do elevado número de detentos, a América (EUA) também é líder global na taxa de encarceramento da sua cidadania, superando nações como África do Sul e Irã", disse o relatório.
"Apesar de todo o dinheiro que se gasta em cárceres e prisões não houve um benefício claro e convincente para a segurança pública", afirmou Adam Gelb, diretor de projeto no Centro Pew para os Estados, que elaborou o estudo de 37 páginas.
Em 2007, os Estados norte-americanos gastaram mais de 49 bilhões de dólares nas prisões, um aumento de 11 bilhões de dólares em vinte anos, segundo o relatório. Mas a "taxa nacional de reincidência manteve-se, virtualmente, sem alterações, e quase metade dos delinquentes que saem do cárcere volta para a prisão dentro de três anos".
Essa situação, segundo o Centro Pew, "sobrecarrega Estados já com problemas financeiros, acarretando custos crescentes que eles mal podem atender, e sem ter um claro impacto na reincidência ou na criminalidade como um todo".
O texto acrescenta que os gastos com prisões crescem seis vezes mais rápido que os gastos com o ensino superior.

VEJA ESTE PARQUE TEMÁTICO NORTE AMERICANO.



Durante quase três décadas generalizou-se nos Estados Unidos uma política de "mão dura" contra o crime, tanto a nível federal como estatal, que inclusive aumentou as penas de prisão por delitos menores.
"Mais e mais Estados começam a reconsiderar a sua política de enviar para a prisão os delinquentes que cometem ofensas leves e adotam estratégias severas com o crime e menos gravosas para os contribuintes", acrescentou.
Em entrevista ao "New York Times", Paul Cassell, professor de direito da Universidade de Utah e juiz federal aposentado, disse que o relatório considera apenas metade da equação custo-benefício e passou por cima de "benefícios muito tangíveis, como a diminuição da taxa de crimes". De acordo com o Federal Bureau of Investigation (FBI), nos últimos 20 anos a taxa de criminalidade caiu 25%, de 612.5 por 100 mil pessoas em 1987 para 464 em 2007.

Leia mais no jornal "The New York Times"
Aqui:(http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2008/02/28/um_em_cada_100_americanos_esta_preso_aponta_estudo_1209631.html ).

Veja o último lançamento em armas



20 março 2008

O MISTÉRIO DE MARILYN MONROE


Marilyn Monroe nasceu em Los Angeles em 1 de junho de 1926 e recebeu o nome de "Norma Jeane Baker". Com o pai desconhecido e a mãe internada num hospício, passou grande parte de sua infância em casas de família e orfanatos.
Em 1942, se casou com Jimmy Dougherty, de 21 anos. Após a partida de Jimmy com a marinha em 1944, o fotógrafo Davis Conover estampou o rosto de Norma Jeane em várias capas de revistas.
Depois do divórcio em junho de 1946, assinou seu primeiro contrato com a Twentieth Century Fox no mesmo ano. Pouco tempo depois, tingiu seu cabelo de loiro e mudou seu nome para Marilyn Monroe.

VIDEO: SCREEN TEST DE MARILYN, EM 1950



A revista Photoplay votou Marilyn como melhor atriz iniciante de 1953 e aos 27 anos de idade, ela era a loira mais amada de Hollywood. Tinha 1m e 67cm de altura, 94cm de busto, 61cm de cintura e 89cm de quadril. Era mais do que um símbolo sexual na década de 50. Sua aparente vulnerabilidade e inocência, junto com sua inata sensualidade, a tornaram querida no mundo inteiro.


Em 1954, casou com o jogador de baseball Joe DiMaggio. Nove meses depois se divorciaram. Em 1955 foi para Nova York estudar na escola de atores de Lee Strasberg, abriu sua própria produtora, Marilyn Monroe Productions e produziu filmes.

VIDEO: COLETIVA DE MARILYN MONROE E ARTHUR MILLER



Em 1956, casou-se com o dramaturgo Arthur Miller. O casamento terminou em 1961. A data do divórcio, ocorrido no México, foi escolhida por ser o dia da posse do presidente John F. Kennedy, nos Estados Unidos, numa tentativa de manter a separação fora das manchetes. A tática não funcionou. Marylin já tinha tido encontros amorosos com Kennedy muito antes dele entrar na Casa Branca.


Ele ficara obcecado por ela durante sua recuperação de uma operação na coluna que o deixou imobilizado. Alguém pendurou uma fotografia dela nua em frente à cama do seu quarto. O caso entre eles teve início depois de seu divórcio de DiMaggio e continuou, esporadicamente, enquanto ela esteve casada com Miller.


Eles se encontravam na suíte dele do Carlyle Hotel, em Nova Iorque, ou na casa de praia de Peter Lawford, ator e marido de Patricia Kennedy, irmã de John, em Santa Monica.


O FBI grampeou a casa de praia de Peter Lawford e John Edgar Hoover, o chefe do FBI, usou as gravações para manter seu cargo quando Kennedy tentou demiti-lo. Hoover também insinuou que alguém mais havia grampeado a casa - a Máfia, com que Kennedy cruzara durante as eleições.


Robert Kennedy, o irmão mais novo do presidente, era o chefe de Hoover e, como procurador-feral, estava determinado a acabar com a Máfia. Advertiu o presidente para deixar Marylin, pois os chefões mafiosos poderiam usar o caso contra ele.

VIDEO: MARILYN MONROE CANTA HAPPY BIRTHDAY MR. PRESIDENT



Kennedy pretendia livrar-se dela com elegância, e concedeu a Marylin um último momento de glória. No seu aniversário, em 1962, onde ela cantou com voz lasciva "Feliz aniversário, senhor presidente", metida num vestido cor da pele, costurado no corpo, com 2.500 pedras cintilantes. John Kennedy disse: "Já posso me retirar da política, depois de ter ouvido este feliz aniversário cantado para mim de modo tão doce e encantador.


Marilyn morreu em 5 de agosto de 1962. Aos 36 anos. Ninguém sabe de fato o que aconteceu naquela noite. Ouviu-se o barulho de um helicóptero. Uma ambulância foi vista esperando fora da casa dela antes que a empregada desse o alarme.


As gravações de seus telefonemas e outras evidências desapareceram. O relatório da autópsia foi perdido. Toda a documentação do FBI sobre sua morte foi suprimida e os amigos que tentaram investigar o que acontecera receberam ameaças de morte.

MARILYN MONROE: “SOME LIKE IT HOT” SONGS



Marilyn foi reconhecida pelo seu trabalho em Some Like It Hot, de 1959, quando venceu o Golden Globe de "Melhor Atriz em Comédia". No Golden Globe de 1962, foi nomeada a "personalidade feminina favorita de todo cinema mundial", provando mais uma vez que era mundialmente adorada.

AQUI, O DOCUMENTÁRIO COMPLETO " MARILYN MONROE: POR TRÁS DE LENDA" (58.48 min)