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17 agosto 2012

LENI RIEFENSTAHL: A DEUSA IMPERFEITA


A história de Helene Bertha Amalie "Leni" Riefenstahl começa no dia 22 de agosto de 1902, no apartamento da família em Prinz-Eugen-Straße em Berlim. Seu pai, Alfred Riefenstahl, era um homem de negócios próspero que trabalhava no ramo de calefação e ventilação. Seu irmão mais jovem, nascido três anos e meio depois, morreria aos 38 anos na Segunda Guerra Mundial, no front russo. Leni cresceu em Berlim e viveu em casa até os 21 anos. Contra os desejos do pai, estudou dança e se apresentou em Munique, Berlim e Praga.


O curso de sua vida mudou dramaticamente quando começou a sentir dor em seus joelhos, extremamente fragilizados pela dança. Um dia, esperando por um trem de metrô na estação de Nollendorfplatz em Berlim, Leni viu um cartaz de propaganda na plataforma da estação. A imagem era a de um homem subindo uma montanha, promovendo um filme que estava sendo exibido ali próximo, com nome profético de “Des Berg Schicksals” ("Montanha do Destino"). Em vez de ir para o médico onde consultaria, deixou a estação em direção à sala de cinema.


Impressionada com as possibilidades da cinematografia, foi em busca de contato com o diretor do filme para pedir trabalho como atriz. A chance surgiu alguns meses depois quando, após uma bem sucedida cirurgia nos joelhos, conheceu o diretor Arnold Fanck em Berlin. Dezoito meses após o dia do seu “transe” na estação de Nollendorfplatz, Leni estreava no cinema em frente às câmeras, atuando em “Der Berg Heilige” (1926).
A partir de então, ela estrelou vários filmes de montanhismo, filmando em externas na neve com pouca roupa, escalando montanhas íngremes, descalça.


Em 1932 passou à direção filmando "A Luz Azul", a partir de um roteiro feito em conjunto com Bela Balázs. O sucesso do filme abriu à jovem cineasta, o caminho para o estrelato. As circunstâncias que levaram Leni Riefenstahl a saltar da posição de atriz para a direção de cinema nunca foram bem explicadas sequer por ela própria.


Seu interesse, a princípio, estava em filmes de ficção, mas já em 1933 ela dirigiu um curta-metragem sobre um comício do Partido Nazista.
Em meados de 1932, Riefenstahl presenciou uma manifestação oficial do partido nazista no Palácio dos Esportes de Berlim, onde viu e ouviu Hitler pela primeira vez. Impressionada com o poder hipnótico que ele exercia, quis conhecê-lo de perto, sem maiores análises sobre os valores políticos.

O TRIUNFO DA VONTADE


O encontro aconteceu pouco depois, formalmente, às margens do Mar do Norte, numa longa conversa em que Hitler revelou seu desejo de que a jovem cineasta dirigisse um filme de cunho político favorável à causa nazista. A princípio, ela se recusou explicando que somente dirigia filmes que a motivassem artisticamente, e sugeriu que Hitler contratasse Walter Ruttmann. A resistência durou pouco. Segundo ela, para evitar o ostracismo artístico ao qual seria condenada, decidiu dirigir um documentário sobre congresso nacional do partido em Nuremberg em 1934, e realizou O Triunfo da Vontade, um documentário considerado por muitos como uma das melhores obras de cinema já produzidas.

“TRIUMPH DES WILLENS” (1935) - TRIUMPH OF THE WILL - Legendas PT BR



Este documentário de 63 minutos fundou não apenas uma nova fase para o fascismo, mas criou uma nova forma de propaganda - copiada ainda hoje para a publicidade - e revolucionou o estilo, conteúdo e forma do filme-documentário. Sem montagem ou cenas preparadas, simplesmente com a disposição de 13 câmeras espalhadas estrategicamente, Riefenstahl conseguiu fazer das imagens do evento um espetáculo que ajudou definitivamente na ascensão do ditador, e deu forma ao padrão estético nazista.


Hitler recebeu um documento que atestava a força da coletividade, sua capacidade de comandar as massas e a submissão de uma força poderosa ao regime. Mas Riefenstahl também registrou a transformação de um povo em uma massa, a perda da individualidade e, dessa forma, criou um registro histórico impressionante de um dos episódios mais analisados e estudados da história humana: a submissão do povo alemão a Hitler.
Ela prosseguiu, realizando um filme sobre a Wehrmacht (exército alemão), intitulado O Dia da Liberdade, de 1935.

Entretanto, foi com o filme "Olympia" sobre as olimpíadas de 1936, que Riefenstahl afirmou-se internacionalmente como cineasta, arrebatando diversos prêmios, entre eles o "Leão de Ouro" do festival de Veneza.
Para as filmagens, Leni comandou uma equipe de 60 câmeras. Três tipos diferentes de filmes em preto e branco - Agfa (planos arquitetônicos), Kodak (retratos) e Perutz (campos, grama) - foram usado para filmar mais de 400 km. de filme.


No processo, Riefenstahl desenvolveu ou aperfeiçoou muitas das técnicas de fotografia de esporte atuais: imagens em câmera lenta, filmagens subaquáticas, planos filmados do alto (em torres) ou de baixo (em covas), tomadas aéreas e muito mais. O resultado é considerado uma obra-prima cinematográfica clássica. O documentário foi premiado no UFA Palast de Berlin, no aniversário de Hitler em 20 de abril de 1938.



Baseado principalmente no culto e superioridade da beleza, Riefenstahl nega que seu objetivo tenha sido interpretar o culto fascista ao corpo ou a superioridade entre raças, e cita as imagens de atletas negros como o recordista americano Jesse Owens. Apesar disso o documentário de duas partes foi amplamente utilizado pelos nazistas como propaganda ariana.

OLYMPIA 1. TEIL — FEST DER VÖLKER (FESTIVAL OF NATIONS)



OLYMPIA 2. TEIL — FEST DER SCHÖNHEIT (FESTIVAL OF BEAUTY)



O FIM DO REGIME

Após a Segunda Guerra Mundial, Leni passou quatro anos presa num campo de concentração francês (1945-1948), acusada de usar prisioneiros nas filmagens de “Tiefland”. Mas julgada por quatro vezes foi absolvida de quaisquer crimes, exceto ao de pertencer ao "Partido". Contudo, estava acabada profissionalmente. Com a derrocada do regime, ela foi rechaçada até mesmo pelos que antes a elogiavam e estigmatizada como um dos símbolos do nazismo.
Leni Riefenstahl foi uma vítima de sua extraordinária competência artística. Ainda que outros artistas tivessem servido muito mais ao regime, sua criatividade e talento a colocaram no primeiro plano. Mesmo assim, o governo alemão continuou lhe pagando os direitos pela divulgação de seus filmes.


Sua tentativa de retomar a carreira nos anos 50 também resultou inútil. Leni tentou produzir outros filmes no pós-guerra, mas foi boicotada por resistências, protestos e duras críticas. O boicote impediu Leni de financiar suas produções. Os poucos filmes curta-metragem que conseguiu realizar foram financiados pessoalmente e, novamente, refletiram sua grande engenhosidade.

OS NUBAS

Após o processo em que foi absolvida da acusação de ser nazista, Leni Riefenstahl decidiu trocar as filmadoras por câmaras fotográficas. Procurando o silêncio e processando quem a acusava (ganhou dezenas de processos), retirou-se para a África onde produziu documentários fotográficos sobre a vida selvagem.
Ela chegou ao Sudão em 1962 e foi a primeira mulher branca a receber permissão do governo sudanês para estudar suas tribos nativas.

VIDEO: “EIN TRAUM VON AFRIKA” (The dream of Africa)

PARTE 1



PARTE 2



Leni viveu junto às tribos até 1969 onde, com filmes e trabalhos fotográficos, tornou famoso o povo Nuba de Kau, no sul do Sudão. Apaixonada pela beleza africana dos nubas chegou a aprender sua língua e disse que estes foram os anos mais felizes da sua vida. Com 60 anos descobriu esta nova raça cheia de força vital e fotografou suas danças.


Os nubas são um povo acostumado à adversidade, com uma história marcada por fome, guerras e isolamento, e têm uma tradição muito distinta de boa parte do país, especialmente da maioria muçulmana. Eles são pagãos, permitem o adultério e têm um famoso gosto por bebidas alcoólicas.


O resultado da incursão de Leni na região foi um trabalho magistral de fotografia que se transformou em dois livros com fotos dos guerreiros da tribo, em 1974 e 1976, onde a fotógrafa e cineasta conta que a razão da pintura corporal dos Nuba não se deve a um conceito religioso, ancestral, ou geográfico: simplesmente se pintavam para exteriorizar seu estado de ânimo naquele dia.


O material que ela produziu nesse período, quando viveu em uma tribo africana, é tido pelos críticos como o ensaio fotográfico mais importante de sua carreira.
Numa de suas idas ao continente negro sobreviveu à queda do helicóptero que viajava em 2000. Ela diz ter "Cinco vidas", título de seu último livro foto-biográfico.



IMPRESSÕES SUBAQUÁTICAS

Aos 73 anos, em 1975, Leni Riefenstahl descobriu o mergulho e a beleza do mundo subaquático. Dedicou-se a aprender mergulho em alto mar e começou a praticar fotografia submarina. Realizou diversos trabalhos fotográficos no Mar Índico. Com mais de 90 anos ainda trabalhava como fotógrafa submarina ao lado do marido, um mergulhador muito mais jovem do que ela.


Uniu-se ao Greenpeace e lançou, no seu centésimo aniversário em 22 de agosto de 2002, um novo filme intitulado “Impressionen unter Wasser” (Impressões Subaquáticas), um documentário da vida sob os mares. Isto a tornou a cineasta com mais idade a rodar um filme, superando o português Manoel de Oliveira, que com 93 anos rodou "Vou para casa" e o italiano Michelangelo Antonioni que aos 89 anos dirigiu "Eros".

VIDEO: “IMPRESSIONEN UNTER WASSER” (Impressions of the Deep)

PARTE 1



PARTE 2



PARTE 3



PARTE 4



A DEUSA IMPERFEITA

Nos anos 90 parece que o mundo resolveu prestar atenção ao talento à vida de Leni Riefenstahl (quando então ela resolveu falar algo sobre sua vida), e vários trabalhos foram produzidos, entre textos, biografias.
A bailarina, coreógrafa, atriz, produtora, cineasta e diretora de cinema, fotógrafa, repórter, esquiadora, alpinista e escaladora de montanha, e mergulhadora, tinha 91 anos quando, finalmente, um documentário de 188 minutos dirigido por Ray Müller - “The Wonderful, Horrible Life of Leni Riefenstahl” - acabaria por ajudar a redimir a diretora. Exibido no Brasil pelo canal a cabo GNT, com o nome de “Leni Riefenstahl - A Deusa Imperfeita”, o documentário mostra a diretora em sua face humana, relembra seus filmes, e apresenta Leni em momentos e depoimentos emocionantes.

DOCUMENTÁRIO: “A DEUSA IMPERFEITA”

PARTE 1



PARTE 2



PARTE 3



PARTE 4



Mas embora a qualidade de ‘gênio à frente de seu tempo’ esteja estampada na obra de Leni Riefenstahl, a sombra do homem que lhe abriu caminho confunde-se com o escuro desfiladeiro que se pôs à sua frente por obra do mesmo homem. Riefenstahl tornou-se refém do destino e da história, um misto de deusa pelo talento e de imperfeição por ter atuado em uma época e um país destinados a denegrir a história do século XX.

O FINAL

Em outubro de 2002, quando Leni tinha 100 anos, autoridades alemãs decidiram arquivar o inquérito contra ela por afirmar corretamente no passado que "todos e cada um" dos ciganos que foram recrutados em um campo de concentração para aparecer em seu filme “Tiefland” tinham sobrevivido à guerra.


Berta Helene Riefenstahl morreu enquanto dormia no dia 8 de setembro de 2003, em sua casa em Pöcking, na Alemanha. Só foi vencida pela morte depois de 101 anos, mas nunca superou a discriminação histórica que a acompanhou por mais de meio século. Apesar de todo o seu talento, nunca conseguiu se separar das associações com o Terceiro Reich. Em seu obituário, foi dito que Leni foi a última figura famosa da era nazista na Alemanha a morrer.
Leni Riefenstahl é renomada na História do Cinema pela sua coerência na constante busca pela beleza, e por ter desenvolvido novas estéticas e recursos técnicos em seus filmes, especialmente em relação a ângulos de câmera, enquadramentos, movimentos de massas e nus.


19 agosto 2011

BALLET MÉCANIQUE



O ‘BALLET MÉCANIQUE’ DE FERNAND LÉGER

Fernand Léger (1881-1995) foi um destacado pintor cubista e seus quadros refletem sua formação em arquitetura, assim como o fascínio pela civilização industrial do séc. XX. Léger devotou toda a sua vida ao estudo das formas das máquinas e dos objetos técnicos, acreditando sempre no poder de transformação da arte e na sua importância para o estabelecimento de uma sociedade mais justa e igualitária, baseada no progresso técnico e científico.


Inspirado pelo estilo trágico-cômico das primeiras imagens cinematográficas de Charles Chaplin, Léger decidiu transpor para o cinema os seus princípios estéticos e o seu otimismo ideológico. O resultado foi o curta-metragem experimental ‘Ballet Mécanique’ (1924), um dos mais antigos e importantes filmes abstratos, que se tornou um exemplo clássico da utilização de objetos do cotidiano a serviço da abstração formal.

No ensaio «A New Realism: the Object (its Plastic and Cinematic Graphic Value)», publicado em 1926, Léger manifestou a intenção de centrar sua atenção nos objetos do cotidiano, como um cachimbo, uma cadeira, uma máquina de escrever ou um chapéu, relegando as noções tradicionais da narrativa cinematográfica para o segundo plano.

Ao descobrir e mostrar as afinidades entre o movimento e a dinâmica das formas, ‘Ballet Mécanique’ separa a estética dos objetos da função subordinada à sua criação. Esta separação libertou Léger para explorar e desenvolver inovações plásticas abstratas em torno dos objetos comuns.

BALLET MECANIQUE (1924): 1ª VERSÃO, MUDA (aqui com fundo musical aleatório)



O ‘Ballet Mécanique’ é um curta inventivo, não-narrativo, constituído por mais de trezentas cenas, em que o recurso do ballet surge associado à performance humana. Uma sucessão atordoante de imagens desfila diante do espectador, em sincronia com a música criada por George Antheil: muitas formas e composições em constante movimento e transformação criam uma complexa metáfora cinematográfica onde homem e máquina se fundem. Recorrentes também são os segmentos com séries de movimentos que se repetem, um dos primeiros exemplos de ‘loop-printing’, uma técnica que se tornou comum no cinema experimental dos anos 60.

O ‘BALLET MÉCANIQUE’ DE GEORGE ANTHEIL

Georg Carl Johann Antheil (1900 –1959) foi um compositor, pianista, escritor e inventor norte-americano.
A partir de 1916, passou a estudar piano com Constantine Von Sternberg, e depois com Ernest Bloch, com quem recebeu instrução formal em composição.


Em 1922, Antheil foi convidado por Martin H. Hanson a substituir Leo Ornstein, machucado, em uma turnê europeia tocando Chopin. Na mesma época, Sternberg apresentou Antheil a seu patrono pelas próximas duas décadas: Mary Louise Curtis Bok, fundadora do Instituto Curtis de Música. Em 1923, casou-se com Böski Markus e se mudou para Paris. Por lá, encontrou diversos colegas influentes, incluindo Ígor Stravinski, James Joyce e Ernest Hemingway.

BALLET MECANIQUE: VERSÃO SONORIZADA DE 1926



De 1924, vem sua obra mais conhecida, o balé ‘Ballet Mécanique’. Estreando em Paris, em 1926, a composição foi originalmente concebida como um acompanhamento musical para o filme homônimo de Dudley Murphy e Fernand Léger.
O compositor continuou em atividade até sofrer um ataque cardíaco fulminante, morrendo em Nova Iorque.

VÍDEO: VERSÃO ROBÓTICA PARA 16 PIANOS E ORQUESTRA DE PERCUSSÃO PARA O ‘BALLET MECANIQUE’, EM SUA ESTRÉIA NA THE NATIONAL GALLERY OF ART.

05 julho 2011

CAPITÃO AMÉRICA SE DEDICA A DEFENDER OS IDEAIS AMERICANOS


Para evitar que o excesso de americanismo atrapalhasse a carreira do novo filme do Capitão América, a Paramount e a Marvel ofereceram duas opções para o título: "Capitão América: o primeiro Vingador" ou apenas "O primeiro Vingador".
Três países preferiram suavizar o americanismo: na Rússia, Ucrânia e Coréia do Sul, o filme vai se chamar "O primeiro Vingador". Os motivos para a escolha não foram revelados, mas a Paramount acredita em "questões culturais e políticas".
O filme do Capitão América provavelmente não será lançado na China, onde é permitida a exibição de apenas 20 filmes estrangeiros por anos.
"Capitão América: o primeiro vingador" chega aos cinemas brasileiros em 29 de julho.

CAPTAIN AMERICA THE FIRST AVENGER - TRAILER OFICIAL


02 março 2011

BANKSY PROMOVE DOCUMENTÁRIO NO OSCAR


Para ajudar a promover um filme no Oscar, estúdios e patrocinadores gastam milhões de dólares em marketing de todos os tipos. Para o artista britânico Banksy, cujo trabalho “Exit Through the Gift Shop” concorreu como melhor documentário, bastou fazer umas pequenas intervenções pela cidade de Los Angeles.

VIDEO: BANKSY AT THE 2011 OSCARS



O grafiteiro misterioso, que nunca revelou a identidade, espalhou suas imagens pela cidade duas semanas antes da premiação, provocando uma euforia entre os admiradores de sua arte de rua - chega-se a quebrar o muro dos locais em que os desenhos aparecem para vendê-los depois na internet.

VIDEO: OUTDOOR NA SUNSET BOULEVARD



Tudo começou com uma intervenção realizada em um outdoor publicitário, com Mickey e Minnie, bebendo e fumando enquanto se divertiam ao lado da imagem de uma modelo. A empresa do outdoor não aprovou a brincadeira e retirou a imagem exposta dentro de um posto de gasolina da Sunset Boulevard – ao contrário dos publicitários da Ligh Group, que criaram a propaganda.
“Achamos uma honra, na real”, declarou a porta-voz Beth Bartolini ao “Los Angeles Times”. Nada boba, a empresa pegou a imagem e anunciou que irá expô-la em Las Vegas.

MURO É ARRANCADO EM HOLLYWOOD


Em seguida veio o desenho de um Charlie Brown incendiário, retratado atrás uma casa abandonada na mesma avenida. Um fã, sabendo do valor do trabalho, arrancou literalmente o bloco de parede e o vendeu no eBay por US$ 8.100 (veja o vídeo).

MURO DE BANKSY É ARRANCADO EM HOLLYWOOD



STENCIL DE BANKSY PROMOVE ROMARIA EM HOLLYWOOD


“Vi o seu documentário na aula de arte e adorei o seu trabalho. Seus comentários políticos são muito interessantes”, afirma o estudante Bryant Irawan, de 17 anos. Ele e a irmã caçula Stacey, de 14, foram tirar fotos do único trabalho de Banksy ainda intacto na cidade: a imagem de um garoto com uma metralhadora carregada de gizes de cera.
O desenho, feito atrás da Urban Outfitters da avenida Westhood é o novo ponto turístico de Hollywood. Durante os 15 minutos de observação no local, mais de 20 pessoas foram até lá para se fotografarem ao lado do muro.

VIDEO: GRAFITE ATRÁS DA URBAN OUTFITTERS NA AVENIDA WESTHOOD



“Desde que o Banksy fez o retrato, há uma semana, o número de clientes dobrou”, explica John Hauser, gerente regional da loja de roupas. Por pouco isso não aconteceu: descontente com o grafite, o dono do imóvel pediu para jogarem tinta sobre o desenho.
“Nós intervimos e garantimos que o grafite continuasse no prédio. Todos da Urban admiram o trabalho de Banksy e não iremos removê-lo ou alterá-lo”, diz Hauser. Curiosamente, a loja já vende um livro do artista, com um best of de seus trabalhos.

“EXIT THROUGH THE GIFT SHOP”


Desde que o documentário “Exit through the gift shop” foi selecionado, ninguém sabia ao certo se Bansky iria aparecer ou não na cerimônia do Oscar. Como a Academia não aceitou que ele fosse mascarado, o artista não confirmou sua presença.
Banksy se mostrou feliz com a indicação ao Oscar , "É uma grande surpresa", disse em um comunicado o grafiteiro. "Não concordo com o conceito de cerimônias de premiação, mas posso abrir uma exceção às quais eu sou indicado", continuou o artista no texto. Ele ainda declarou que "o último homem pelado pintado de ouro que esteve em minha sala fui eu", em uma referência à estatueta de premiação do Oscar.

VEJA AQUI O DOCUMENTÁRIO COMPLETO - "EXIT THROUGH THE GIFT SHOP" - LEGENDADO



No doc, Banksy aparece escondido em sombras e tem a voz distorcida.
"Exit Through the Gift Shop" retrata o ambiente de artistas de rua pelo mundo, através da ótica de Thierry Guetta, também conhecido como Mr Brainwash. O filme reflete a importância e a efemeridade da arte moderna e seus discursos, fazendo uma crítica ao consumismo.

06 agosto 2010

CHAPLIN PELA PRIMEIRA VEZ EM QUASE UM SÉCULO


Um filme com Charles Chaplin foi mostrado pela primeira vez em quase um século, no festival Slapsticon em Arlignton nos Estados Unidos.
A comédia A Thief Catcher, de 1914, foi comprada por US$ 100 em uma feira de antiguidades do Estado do Michigan, pelo historiador Paul Gierucki.
Ele pensou se tratar de apenas mais um filme da companhia Keystone, os Keystone Cops (Guardas Keystone), produzidos entre 1912 e 17, mostrando um grupo de policiais incompetentes.
Meses após a compra, Gierucki assistiu a fita, em 16 mm, que apresentava boa qualidade e se surpreendeu ao identificar Chaplin vestido de policial, já com algumas características que ficariam famosas, como roupas muitos números maiores, bigode e o caminhar.
O filme, rodado entre 5 e 26 de janeiro de 1914, pode ter sido o segundo ou terceiro da carreira de Chaplin, que havia sido contratado pela Keystone em 1913.
A Thief Catcher é o primeiro título que passa a integrar a filmografia de Chaplin em quase 60 anos, tornando-se o 82° filme do artista.

CHAPLIN EM CENA

01 fevereiro 2010

OLIVER STONE: PURA POLÊMICA

HITLER É BODE EXPIATÓRIO

O cineasta americano Oliver Stone disse no domingo (10/01), que o líder nazista Adolf Hitler foi um "bode expiatório fácil" ao longo da História.

As declarações de Stone foram feitas durante uma entrevista coletiva da Associação de Críticos de Televisão, em Pasadena, na Califórnia, onde foi exibido o trailer de sua mais nova obra: a minissérie The Secret History of America ("A História Secreta da América"), que deve estrear nos Estados Unidos ainda neste ano.
Segundo ele, a minissérie vai mostrar como as corporações americanas se envolveram no financiamento do partido nazista alemão.
"Não podemos julgar as pessoas apenas como 'más' ou 'boas'. (Hitler) é o produto de uma série de ações. É uma relação de causa e efeito. Muitos americanos não entendem a conexão entre a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais", disse Stone.
O cineasta, autor de filmes polêmicos como Wall Street, JFK e W, também fez comentários sobre outras figuras controversas da época da Segunda Guerra Mundial e que estão retratadas em sua minissérie, como o presidente soviético Josef Stálin.
"Não quero pintá-lo como herói, mas tento fazer uma representação mais factual dele. Ele lutou contra a máquina alemã mais do que qualquer outra pessoa", afirmou.
Stone, disse esperar uma reação negativa a sua minissérie por parte dos políticos e das figuras mais conservadoras dos Estados Unidos.
CHÁVEZ AO LADO DE OLIVER STONE EM VENEZA

No ano passado (Setembro), o presidente da Venezuela Hugo Chávez participou, no Festival de Veneza, na Itália, da exibição oficial do documentário South of the Border (Ao Sul da Fronteira), dirigido por Oliver Stone e no qual o líder sul-americano é um dos protagonistas.
Ao entrar na sala de exibição, Chávez foi ovacionado pela platéia, que aplaudiu o presidente venezuelano de pé.
No documentário, Stone faz uma incursão pelos países latino-americanos governados pela esquerda, em especial a Venezuela.
“O que está acontecendo na América Latina, ali tem um movimento como um renascimento e Stone captou tudo com sua câmera e sua genialidade”, disse Chávez à imprensa.
O diretor, por sua vez, afirmou que o filme é uma resposta aos ataques e acusações feitos por parte da imprensa, sobretudo a americana, contra Chávez.
“Queria fazer um filme sobre os ataques dos meios americanos. Sentia que era muito pequeno para o que este homem representa. Este homem é um grande fenômeno”, disse Oliver Stone sobre o presidente venezuelano.
“Por isso, fizemos uma espécie de filme de viagem para visitar os outros presidentes e vimos o lado positivo do que está acontecendo, a mudança na região. É um fenômeno muito importante que é ignorado pelos Estados Unidos”, afirmou.
Além de Chávez, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também participa do documentário, assim como a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, da Bolívia, Evo Morales, do Paraguai, Fernando Lugo, do Equador, Rafael Correa e também o líder cubano Raúl Castro.
O produtor de South of the Border, Fernando Sulichin, disse que o filme mostra Chávez 'assim como ele é':“É uma pessoa com uma visão histórica bastante importante”, disse.

Veja o trailer oficial do documentário 'South Border'


07 julho 2009

APÓS 30 ANOS, SAUDITAS VÃO AO CINEMA PELA 1ª VEZ


Após três décadas sem cinema o público de Riad - capital saudita, teve a oportunidade de assistir a uma obra na tela grande pela primeira vez. O filme em cartaz foi uma produção nacional intitulada Menahi - uma comédia sobre um beduíno ingênuo que se muda para a cidade grande.
O filme, produzido pela companhia Rotana, de propriedade do príncipe saudita bilionário Alwaleed bin Talal, vem sendo exibido em Riad desde o dia 5 de junho, no Centro Cultural Rei Fahd.

No dia seguinte ao da estréia, um grupo de homens conservadores se concentrou diante do centro, tentando dissuadir os espectadores de ver o filme. Mas a maioria ignorou os apelos e entrou na fila para comprar refrigerantes e pipoca, aguardando uma oportunidade de posar com os astros do filme. Nenhuma mulher teve autorização de assistir ao filme na capital, embora algumas tivessem podido ver a obra - sob restrições - em outras cidades.

O país começou a abrir espaço para as artes desde que o rei Abdullah chegou ao trono em 2005. Mas foram necessários cinco meses para que os produtores do filme conseguissem permissão do governo para exibir a obra em Riad, em um centro cultural dirigido pelo governo.

Os cinemas públicos foram fechados na Arábia Saudita na década de 70, quando líderes profundamente conservadores temiam que eles levassem a um ambiente misto - com homens e mulheres - e minassem os valores islâmicos.
Desde então, houve pouca diversão pública, exceto corridas de cavalos e camelos e festivais celebrando a cultura tradicional saudita.

O príncipe Alwaleed, sobrinho do rei Abdullah, disse que acredita que os cinemas acabarão abrindo na Arábia Saudita. No ano passado, o reino realizou seu primeiro festival de cinema nacional.

30 agosto 2008

CINEMA – Expressionismo Alemão



Robert Wiene - O Gabinete do Dr. Caligari (1919/20)


Um clássico filme de terror, do tempo em que o cinema ainda não falava, mas com belíssimas imagens surrealistas. O malvado Dr. Caligari hipnotiza um jovem e o induz a matar várias pessoas. Tudo se complica quando ele se recusa a assassinar uma bela jovem. Num toque de mestre, realiza um filme sob a ótica de um louco: distorções e deformações das ruas, casas e pessoas.

"O Gabinete do Doutor Caligari" foi uma das primeiras obras do Expressionismo Alemão , que privilegiva os estranhos efeitos de luz e sombra na composicão de climas psicológicos, além de usar cenários e ângulos de câmera distorcidos.O prólogo e o epílogo não existiam na versão original, que pretendia ser um ataque a autoridade social. A remontagem imposta pelos produtores alterou o significado do filme, fazendo com que a ação passasse a representar o delírio de um louco. Mas isso não afetou sua qualidade cinematográfica. Ao contrário, contribuiu para tornar a trama ainda mais intrigante.

Os cenários, criados em pedaços de madeira e pano pelos pintores expressionistas Walter Reimann e Walter Rohrig e pelo cenógrafo Hermann Warm, ainda existem e fazem parte do acervo do Museu do Cinema Henri Langlois, em Paris. Fritz Lang, que se tornaria um célebre diretor alemão dos anos 20, colaborou no roteiro.


ASSISTA O FILME NA ÍNTEGRA AQUI


O gabinete do Dr. Caligari por superalbertofilho

15 maio 2008

“HOJE VOU BEBER NIEMEYER”



Em 2007, o Telemig Celular arte.mov - Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis propôs uma reflexão sobre o cenário de convergência entre arte e tecnologia.
Buscou focalizar as possibilidades de uso dos dispositivos móveis para projetos de arte que envolvesse o espaço público. O festival exibiu vídeos criados para serem exibidos na tela pequena ou gravados com aparelhos celular, que explorassem condições de fruição bastante específicas e trabalhos que documentassem performances, projetos de intervenção urbana, tecnologias móveis e locativas.

Meu amigo, o fotógrafo Fábio Cançado, ganhou o ‘Prêmio Especial Cliente Telemig Celular’ com o vídeo “Hoje vou beber Niemeyer” - uma curta ironia homenageia o pensamento e as formas arquitetônicas de Oscar Neimeyer.


11 maio 2008

INDÚSTRIA DO SEXO


LANÇAMENTO: FITA DE SEXO COM JIMI HENDRIX


"Jimi Hendrix The Sex Tape" tem 11 minutos de filmagem de momento íntimo.

A Vivid - http://www.vivd.com/ -, famosa produtora de vídeos pornográficos, anunciou que vai lançar um DVD com 11 minutos de uma suposta filmagem da lenda da guitarra Jimi Hendrix, que morreu a 37 anos, fazendo sexo com duas garotas.
Em um quarto com pouca iluminação, um homem nu com a característica bandana e a aparência física do guitarrista está com duas mulheres morenas. Seu rosto aparece por poucos segundos, com os olhos fechados. O vídeo não tem áudio.
A Vivid afirma ter feito um grande trabalho com detetives particulares para descobrir se era o verdadeiro Hendrix, que morreu em 1970 aos 27 anos, nas imagens. Steven Hirsch, um dos homens-fortes da produtora, diz que localizou e conversou com o homem que supostamente fez o vídeo com uma câmera de 8mm.
Hirsch se recusou a declarar quanto pagou pela filmagem, mas indicou que foi menos de US$ 50 mil. O DVD, que estará à venda nos EUA por US$ 39,95, tem uma duração total de 45 minutos, com uma retrospectiva da carreira de Hendrix, sem suas músicas, além de entrevista com duas mulheres que conheceram o músico e dizem acreditar ser ele nas imagens.
Alguns especialistas como o biógrafo Charles R. Cross, afirmam que o homem mostrado no DVD não é o guitarrista. O porta-voz da família Hendrix se recusou a comentar o assunto.


Jimi Hendrix the Sex Tape por superalbertofilho

CURTA DE SEXO ORAL COM MARILYN MONROE É VENDIDO POR US$ 1,5 MILHÃO
A cópia de um curta que mostra uma cena de sexo oral entre Marilyn Monroe e um homem não identificado, cujo original está em poder do FBI, foi comprada, recentemente, por 1,5 milhão de dólares, por um colecionador nova-iorquino.

Keya Morgan foi o responsável pela descoberta do filme e pela preparação da sua venda, juntamente com o filho de um antigo informante do FBI, o seu antigo proprietário. O filme foi descoberto enquanto Morgan fazia pesquisa para a produção de um documentário sobre a celebridade. As imagens datam da década de 1950 e foram registradas quando Monroe ainda não tinha atingido o sucesso massivo. As valiosas imagens apresentam a atriz de joelhos, de frente para um homem cuja face nunca aparece. Na opinião de Keya Morgan o homem deveria saber que estava sendo filmado. Ao mesmo tempo, Marilyn nunca olha a câmara de frente.
Na década de 1960, após descobrir o filme e confiscar o original, o então diretor do FBI Edgar Hoover encarregou seus agentes de tentarem provar, em vão, que o parceiro de Marilyn era o presidente John Kennedy, ou seu irmão Robert Kennedy, segundo Keya Morgan.De acordo com os documentos tornados públicos, o responsável pela descoberta do filme teria ligações ao crime organizado e à máfia. Entre os nomes que ofereceram dinheiro pelo filme (25 mil dólares) encontra-se Joe DiMaggio, uma das maiores figuras do baseball e que foi casado com Marilyn.


Marilyn Monroe sex tape sold por superalbertofilho

20 março 2008

O MISTÉRIO DE MARILYN MONROE


Marilyn Monroe nasceu em Los Angeles em 1 de junho de 1926 e recebeu o nome de "Norma Jeane Baker". Com o pai desconhecido e a mãe internada num hospício, passou grande parte de sua infância em casas de família e orfanatos.
Em 1942, se casou com Jimmy Dougherty, de 21 anos. Após a partida de Jimmy com a marinha em 1944, o fotógrafo Davis Conover estampou o rosto de Norma Jeane em várias capas de revistas.
Depois do divórcio em junho de 1946, assinou seu primeiro contrato com a Twentieth Century Fox no mesmo ano. Pouco tempo depois, tingiu seu cabelo de loiro e mudou seu nome para Marilyn Monroe.

VIDEO: SCREEN TEST DE MARILYN, EM 1950



A revista Photoplay votou Marilyn como melhor atriz iniciante de 1953 e aos 27 anos de idade, ela era a loira mais amada de Hollywood. Tinha 1m e 67cm de altura, 94cm de busto, 61cm de cintura e 89cm de quadril. Era mais do que um símbolo sexual na década de 50. Sua aparente vulnerabilidade e inocência, junto com sua inata sensualidade, a tornaram querida no mundo inteiro.


Em 1954, casou com o jogador de baseball Joe DiMaggio. Nove meses depois se divorciaram. Em 1955 foi para Nova York estudar na escola de atores de Lee Strasberg, abriu sua própria produtora, Marilyn Monroe Productions e produziu filmes.

VIDEO: COLETIVA DE MARILYN MONROE E ARTHUR MILLER



Em 1956, casou-se com o dramaturgo Arthur Miller. O casamento terminou em 1961. A data do divórcio, ocorrido no México, foi escolhida por ser o dia da posse do presidente John F. Kennedy, nos Estados Unidos, numa tentativa de manter a separação fora das manchetes. A tática não funcionou. Marylin já tinha tido encontros amorosos com Kennedy muito antes dele entrar na Casa Branca.


Ele ficara obcecado por ela durante sua recuperação de uma operação na coluna que o deixou imobilizado. Alguém pendurou uma fotografia dela nua em frente à cama do seu quarto. O caso entre eles teve início depois de seu divórcio de DiMaggio e continuou, esporadicamente, enquanto ela esteve casada com Miller.


Eles se encontravam na suíte dele do Carlyle Hotel, em Nova Iorque, ou na casa de praia de Peter Lawford, ator e marido de Patricia Kennedy, irmã de John, em Santa Monica.


O FBI grampeou a casa de praia de Peter Lawford e John Edgar Hoover, o chefe do FBI, usou as gravações para manter seu cargo quando Kennedy tentou demiti-lo. Hoover também insinuou que alguém mais havia grampeado a casa - a Máfia, com que Kennedy cruzara durante as eleições.


Robert Kennedy, o irmão mais novo do presidente, era o chefe de Hoover e, como procurador-feral, estava determinado a acabar com a Máfia. Advertiu o presidente para deixar Marylin, pois os chefões mafiosos poderiam usar o caso contra ele.

VIDEO: MARILYN MONROE CANTA HAPPY BIRTHDAY MR. PRESIDENT



Kennedy pretendia livrar-se dela com elegância, e concedeu a Marylin um último momento de glória. No seu aniversário, em 1962, onde ela cantou com voz lasciva "Feliz aniversário, senhor presidente", metida num vestido cor da pele, costurado no corpo, com 2.500 pedras cintilantes. John Kennedy disse: "Já posso me retirar da política, depois de ter ouvido este feliz aniversário cantado para mim de modo tão doce e encantador.


Marilyn morreu em 5 de agosto de 1962. Aos 36 anos. Ninguém sabe de fato o que aconteceu naquela noite. Ouviu-se o barulho de um helicóptero. Uma ambulância foi vista esperando fora da casa dela antes que a empregada desse o alarme.


As gravações de seus telefonemas e outras evidências desapareceram. O relatório da autópsia foi perdido. Toda a documentação do FBI sobre sua morte foi suprimida e os amigos que tentaram investigar o que acontecera receberam ameaças de morte.

MARILYN MONROE: “SOME LIKE IT HOT” SONGS



Marilyn foi reconhecida pelo seu trabalho em Some Like It Hot, de 1959, quando venceu o Golden Globe de "Melhor Atriz em Comédia". No Golden Globe de 1962, foi nomeada a "personalidade feminina favorita de todo cinema mundial", provando mais uma vez que era mundialmente adorada.

AQUI, O DOCUMENTÁRIO COMPLETO " MARILYN MONROE: POR TRÁS DE LENDA" (58.48 min)