22 julho 2007

Ladrões causaram danos "irreparáveis" ao quadro "O grito", de Munch

Os danos causados ao quadro "O grito", do pintor norueguês Edvard Munch, pelos ladrões que o mantiveram em seu poder durante dois anos foram qualificados hoje de "irreparáveis" por especialistas do Museu Munch de Oslo.
As pequenas manchas produzidas pela umidade são vistas pelos especialistas como um problema sem solução, enquanto uma série de fendas e buracos exige trabalhos de restauração extremamente complicados.
No entanto, os danos não terão repercussões para os visitantes do Museu Munch.
"O grito" foi roubado do Museu Munch em 2004, junto com "Madonna", e as duas obras só foram recuperadas dois anos depois.
Os dois quadros foram pintados em 1893 e 1894 e são considerados obras-chave do expressionismo.

Antes disto, em 12 de Fevereiro de 1994, O Grito da Galeria Nacional de Oslo já havia sido roubado em pleno dia, por um conjunto de ladrões que se deu ao trabalho de deixar uma mensagem que dizia: Obrigado pela falta de segurança. Três meses depois, os assaltantes enviaram um pedido de resgate ao governo norueguês, exigindo um resgate no valor de um milhão de dólares americanos. As entidades norueguesas recusaram a exigência e pouco depois, a 7 de Maio, o quadro foi recuperado numa ação conjunta da polícia local com a Scotland Yard.

11 julho 2007

Vídeo com sexo da UE vira hit na Internet




O video "Film Lovers Will Love This!" ("Amantes de Filmes Vão Adorar Isto!") mostra homens e mulheres fazendo sexo de formas diferentes e em lugares diferentes. O porta-voz da Comissão Européia, Martin Selmayr, disse que chegou uma onda de reclamações da Polônia sobre uma cena íntima entre dois homens - mas se recusou a admitir que exista alguma coisa controvertida sobre o filme.
Irritado com o que chamou de "ataque quase religioso da importante diversidade cultural que temos na UE", Selmayr disse que os clipes de sexo foram trechos de filmes premiados, e que a comissão tem orgulho da rica herança cinematográfica do bloco. "A União Européia não é um reduto de leitores de bíblia, nós acreditamos na liberdade de expressão e na criatividade artística", acrescentou.
O vídeo com as cenas de sexo é um de quatro feitos para exibição em cinemas europeus para divulgar um fundo da UE que ajuda a distribuir filmes de sucesso feitos em um dos países-membros do bloco.