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15 agosto 2011

MERCADO DE ARTE: THE GREAT CONTEMPORARY ART BUBBLE, de Ben Lewis


O documentário “A Grande bolha da Arte Contemporânea”, de Ben Lewis, exibido pela BBC, investiga as razões por trás do crescimento e o ‘boom’ da arte contemporânea. Os últimos sete anos assistiram a um fenômeno sem precedentes para a arte contemporânea: os preços das obras valorizaram uma média de 800% - obras de Andy Warhol, Francis Bacon e Mark Rothko foram vendidas por preços recordes de mais de £ 30 milhões.

THE GREAT CONTEMPORARY ART BUBBLE DOCUMENTARY BY BEN LEWIS (DUBLADO - Espanhol)



Crítico de arte e cineasta, Lewis passou o ano de 2008 transitando pelo mercado de arte contemporânea e conversou com comerciantes, leiloeiros, empresários, analistas do mercado de arte e colecionadores, tentando descobrir os motivos por trás do maior aumento no valor da arte na história.


Ben Lewis diz: “Eu não gostei do que estava acontecendo no mercado. Muito da arte contemporânea foi produzida em massa, de forma repetitiva e comercial. Colecionadores compraram estas obras para investimento e armazenaram grandes quantidades de em galpões. Ainda, os privilégios especiais a nossa sociedade deu a arte e aos artistas, estavam sendo exploradas por algumas das pessoas mais ricas do mundo para fazer ainda mais dinheiro.”



Em todo lugar, foi dito à Ben que o boom da arte contemporânea seria alimentada por uma nova paixão pela arte, no mundo dos super-ricos. Mas ele encontrou outras razões para as práticas incomuns do mercado: especulação, sigilo e assuntos fiscais que envolvem o mundo da arte.


Tudo culminou em setembro de 2008, quando Damien Hirst vendeu mais de £ 70 milhões de sua arte em um dia. No mesmo dia, o banco Lehman Brothers entrou em colapso provocando turbulência nos mercados financeiros globais. Um mês mais tarde do mercado de arte caiu: 40% em novembro de 2008 e 75%, em fevereiro de 2009. Hoje, ele ainda está em queda.

DAMIEN HIRST RECORD SALE AT SOTHEBYS



Para o cineasta, o mercado de arte contemporânea sofreu uma especulação dinâmica, mas manteve um curso próprio enquanto outros mercados despencavam. As grandes obras de arte continuam sendo produzidas hoje, mas a grande bolha de Arte Contemporânea certamente entrará para a história como o epítome da vaidade e da loucura dos nossos tempos.

BEN LEWIS ON ART


15 maio 2008

LUCIAN FREUD É RECORDE MUNDIAL

A casa Christie's ofereceu (e vendeu) em leilão, uma grande tela do pintor britânico Lucian Freud.


Em comunicado divulgado pela casa, em Abril passado, a diretora do Departamento de Arte de Pós-guerra e Contemporânea da Christie's, Pilar Ordovás, previu que a obra Benefits Supervisor Sleeping (1995), deveria bater o recorde mundial de leilão de uma obra de autor vivo. O quadro poderia alcançar entre US$ 25 milhões e US$ 35 milhões em Nova York, no leilão de arte contemporânea de 13 de maio.
Dito e feito, Benefits Supervisor Sleeping foi vendido por 33,6 milhões de dólares, e agora é a obra mais cara de um artista vivo. O recorde batido é apenas mais um no currículo de Lucian Freud. O recorde anterior de um quadro do pintor, de 85 anos, foi conseguido em Novembro de 1992, quando a obra IB and her Husband foi vendido por 19,3 milhões de dólares.


Freud - record para artista vivo na Christies por superalbertofilho

DONO DO CHELSEA 'COMPRA 2 QUADROS' POR U$ 122,9 MILHÕES


O dono do clube de futebol inglês Chelsea, o bilionário russo Roman Abramovich, teria comprado dois quadros de artistas britânicos vendidos em leilões recordes: Benefits Supervisor Sleeping, de Lucian Freud, e outro quadro, Triptych, de Francis Bacon, que foi arrematado por U$ 86,3 milhões, 24 horas depois.
O porta-voz de Abramovich, que vive em Londres, se recusou a comentar o assunto. "Nós não comentamos assuntos pessoais", afirmou.


Christies: recorde com Francis Bacon em 2008 por superalbertofilho