Trata-se de um implante feito sob a pele, composto de chips de silicone e seda, que serve de suporte para micro-lâmpadas de diodos orgânicos. Com o tempo, a seda desaparece e ficam apenas os LEDs e chips.

Apresentada na competição Greener Gadget Design, realizada em Nova York, que mostra inovações de todos os tipos, a tatuagem de interface digital permite mostrar vídeo ou imagem na pele do tatuado. Ainda, possui comunicador Bluetooth e interage com telefones celulares através de uma interface do tipo touchscreen, que possui microesferas combinadas para formar os desenhos.
Já que funciona através do fluxo sanguíneo, o dispositivo fica ligado o tempo todo. Para desligar é só tocar um botão na interface.
O conceito está sendo desenvolvido pelo engenheiro biológico Brian Litt, da Universidade da Pensilvânia, em parceria com pesquisadores do Instituto Beckman, da Universidade de Illinois e a Universidade Tufts.
Apesar de inovadora, ainda não há previsão de comercialização deste tipo de tatuagem.
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