03 janeiro 2010

A OBRA DE ARTE DE US$ 1 BILHÃO


Uma obra de arte, imaginada pelo artista Michael Marcovici consiste, basicamente, de 10 milhões de notas de US$ 100 distribuídas em doze pilhas.
De acordo com o site Artabase, Marcovici está articulando para concretizar o projeto. Segundo o artista, sequer existe um banco que disponha de tanto dinheiro junto; entretanto, há alguns locais que manipulam enormes somas de dinheiro (como os postos de troca de dinheiro velho por novo, ou caixas de enormes lojas varejistas), onde a operação seria, em tese, possível. O problema estaria em encontrar o momento exato em que a bolada estivesse disponível e obter autorização dos donos.
Se colocada em exposição, a obra com um bilhão de dólares em dinheiro, ao vivo, certamente atrairia muitos visitantes e a segurança seria a mais reforçada da história.


ONE BILLION DOLLAR - Michael Marcovici por superalbertofilho

POLTRONA FLUTUANTE


A empresa britânica Hoverit lança uma nova alternativa em poltronas confortáveis: a poltrona flutuante. “A sensação que você terá ao fechar os olhos e recostar-se na poltrona é como a de flutuar nas nuvens”, afirma a empresa.
E não é metafórico: a poltrona de fato flutua. O engenho é formado por duas partes, um assento e uma base; potentes repelentes magnéticos instalados em cada uma das partes faz com que o assento se eleve aproximadamente 3 polegadas (quase 8 centímetros) no ar. Isso elimina completamente o atrito entre o assento e qualquer outra superfície, o que proporciona a sensação de flutuar.
A poltrona é feita de acrílico. Há algumas possibilidades de pesonalização de cores e formatos. O acabamento final (estofados, couros, etc) fica ao gosto do cliente. Preço estimado: US$ 8350.

Veja vídeo da poltrona flutuante

CONFERÊNCIA SOBRE MUDANÇA CLIMÁTICA ACABA SEM CONSENSO


A 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, conhecida como COP 15, foi um encontro importante para a prevenção de desastres climáticos. O evento, realizado entre os dias 07 e 18 de dezembro de 2009, em Copenhague, na Dinamarca, reuniu líderes de todo o mundo e pretendia definir o comportamento dos países para a diminuição do aquecimento global.


Filme de abertura da COP 15 por superalbertofilho

De acordo com o 4º relatório do IPCC – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão que reúne os mais renomados cientistas especializados em clima do mundo, – publicado em 2007, a temperatura da Terra não pode aumentar mais do que 2º C, em relação à era pré-industrial, até o final deste século, ou as alterações climáticas sairão completamente do controle.
A Convenção vai trabalhar com o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas. Isso significa que os países industrializados, que começaram a emitir mais cedo e lançam uma quantidade maior de CO2 e outros gases de efeito estufa na atmosfera em função de seu modelo de crescimento econômico, devem arcar com uma parcela maior na conta do corte de carbono. Por isso, a expectativa é de que os países ricos assumam metas de redução de 25% a 40% de seus níveis de emissão em relação ao ano de 1990, até 2020.


COP15 em resumo por superalbertofilho

Veja mais aqui: Planeta Sustentável

No sábado de 19 de dezembro, o presidente da 15ª conferência - COP 15, Philip Weech, anunciou que o encontro “tomou nota” do documento apresentado por um grupo de países liderado pelos Estados Unidos no dia anterior como “Acordo de Copenhague”.
Com isso, na prática, não se chegou a um consenso mesmo depois de duas semanas de negociações, com a participação de líderes de cerca de 120 países e com a intervenção direta do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon.
Além de tomar nota do “Acordo de Copenhague”, ficou acertado que os países que concordam com ele assinarão uma lista separada. Um acordo obrigatório e com valor legal ficou para 2010.
O documento não traz qualquer menção a metas de redução de emissões de gases que provocam o efeito estufa, embora defenda que o aumento da temperatura global seja limitado a 2ºC. Ele também não prevê a sua transformação em tratado com valor legal.
De acordo com a ONU, entretanto, mesmo sem o consenso em torno do documento, ele poderá ser “operacionalizado” no que diz respeito à criação imediata de um fundo de financiamento de cerca de US$ 10 bilhões por ano nos próximos três anos.
As verbas devem ser liberadas para ações de combate e adaptação às mudanças do clima nos países mais pobres do mundo.
Em uma mostra de como o processo em Copenhague foi conturbado, Weech foi o terceiro presidente da COP 15, substituindo o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Loekke Rasmussen, que há poucos dias assumira no lugar da ministra da Energia e do Meio Ambiente, Connie Hedegaard.

VEJA O DISCURSO DO PRESIDENTE LULA NA COP15

Parte 1

O discurso do presidente Lula na COP15 - Parte 1 por superalbertofilho

Parte 2

O discurso do presidente Lula na COP15 - Parte 2 por superalbertofilho

Veja tudo sobre a COP 15 aqui: BBC Especial - COP15