05 setembro 2009

URI GELLER DIVULGARÁ IMAGENS INÉDITAS DE MICHAEL JACKSON


Uri Geller, o parapsicólogo que ficou mundialmente famoso nos anos 70 parando relógios à distância e dobrando talheres com o atrito dos dedos, divulgará imagens particulares e inéditas de Michael Jackson.

As imagens farão parte de "Meu amigo Michael Jackson: a história de Uri", um programa com hora de duração que irá ao ar pela rede britânica de televisão "ITV" em data ainda a ser determinada. Geller manifestou que sua intenção ao divulgar estas imagens de seu arquivo pessoal, que serão vendidas a redes de televisão de todo o mundo, é mostrar o Michael "real".
As sequências mostram o "rei do pop" visitando à noite as lojas de departamento Harrods de Londres, onde podia gastar centenas de milhares de dólares em algumas horas, como padrinho na cerimônia na qual Geller renovou seus votos matrimoniais ou visitando as instalações do clube de futebol Exeter City.

As imagens serão o eixo central de um relato no qual o parapsicólogo israelense lembrará suas vivências com Michael e abordará os aspectos polêmicos que cercaram a vida do cantor
"O programa dá às audiências de todo o mundo a oportunidade de experimentar a realidade de viver com Michael", disse Geller.

Confira aqui as imagens de Uri Geller...

22 agosto 2009

ARTE TRANSGÊNICA

A discussão em torno dos alimentos transgênicos e outros organismos geneticamente modificados há muito saiu do âmbito acadêmico e chegou à sociedade. Também na arte a transgenia ganhou lugar, ocupando o imaginário e a criatividade de artistas. Nesse campo, o brasileiro Eduardo Kac– atualmente professor e chefe do departamento de arte e tecnologia de School of the Art Institute of Chicago (Estados Unidos) – destaca-se entre os bioartistas da atualidade, habitando a zona confluente entre arte, ciência e tecnologia.

EDUARDO KAC: LIVING WORKS



Em seu site, Eduardo Kac propõe que a arte transgênica é uma nova forma de arte baseada no uso de técnicas da engenharia genética para criar seres vivos únicos. A natureza desta nova arte é definida não somente pelo nascimento e crescimento de uma nova planta ou animal, mas acima de tudo pela relação entre artista, público, e organismo transgênico. Organismos criados no contexto da arte transgênica podem ser levados para casa pelo público para ser criados no jardim ou como companheiros em relação dialógica com os humanos.
Ainda, Kac esclarece que existe uma clara distinção entre criação de raças e engenharia genética. Criadores são incapazes de ativar ou desativar genes com precisão ou de criar seres híbridos que combinem material genético de animais distintos. Nesse sentido, uma qualidade única da arte transgênica é que o material genético é manipulado diretamente: o DNA externo é integrado precisamente no genoma do hospedeiro.
Além da transferência genética de genes existentes de uma espécie para outra, pode-se falar também de “genes de artistas”, ou seja, genes quiméricos ou informação genética nova criada completamente por artistas através das bases complementares A (adenina) e T (timina) ou C (citosina) e G (guanina). O artista se torna literalmente um programador genético que pode criar formas de vida escrevendo ou alterando uma dada seqüência.

THE SCIENCE OF TRANSGENIC TECHNOLOGY

PARTE 1



PARTE 2



Mas segundo Kac, as pesquisas e estratégias de marketing têm colocado os lucros acima das preocupações com a ética. Desde 1980, o Gabinete de Patentes e Marcas Comerciais dos Estados Unidos (U.S. Patent and Trademark Office - PTO) concedeu diversas patentes de animais transgênicos. Isto coloca em foco assuntos relevantes como a integração doméstica e social de animais transgênicos e o conceito de “normalidade” através de teste e tratamento genéticos. Cria também um contexto crítico no qual se examina e questiona o reducionismo e a eugenia (ciência que se ocupa com o estudo e cultivo de condições que tendem a melhorar as qualidades de gerações futuras).

ROYAL ASHERA



A Lifestyle Pets, empresa de genética pet, desenvolveu o Ashera, uma mistura resultante dos felinos Serval, Leopardo Asiático e o gato doméstico. Ele custa em média US$ 22.000,00 podendo chegar a US$ 125.000,00.
Segundo o "fabricante" da espécie, os cuidados reservados a ele não diferem muito daqueles destinados aos gatos domésticos. Apesar de ser bem maior, o Ashera se dá bem com a mesma ração, no mesmo ambiente.
Ainda, pagando um adicional de US$ 6.000,00 não é necessário se submeter ao tempo de espera entre 9 e 12 meses. O felino é entregue em casa, vacinado, microchipado, castrado, com um ano de plano de saúde, dentre outras garantias que asseguram a sua qualidade. Durante dez anos, o dono terá direito a consultar-se com um especialista em comportamento animal, caso o animal começe a exibir um comportamento que venha a diferir dos gatos convencionais.



A Lifestyle Pets é a mesma empresa que desenvolveu o Allerca (a partir de US$ 6.950,00), um gato geneticamente selecionado que não provoca alergia, ideal pra pessoas que sofrem com a rinite alérgica. Os animais, que não produzem a proteína responsável por disparar reações alérgicas em humanos, a Fel d1 (presente na pele, nos pêlos, na saliva e na urina dos animais}, estão à venda no site da empresa. A lista de espera para levar um filhote antialérgico para casa é extensa. Desde 2004 a empresa recebe pedidos.



Um terceiro produto vem aí, prometido para 2009: a versão canina do Allerca, o Jabari GD, a ser vendida por módicos US$ 15.000.


ONG LANÇA CAMPANHA "XIXI NO BANHO" PARA POUPAR RIOS


A ONG SOS Mata Atlântica lançou a campanha Xixi no Banho para diminuir o gasto de água no banheiro. A sugestão da ação é que se urine durante o banho e, portanto, se deixe de acionar a descarga pelo menos uma vez por dia.
Segundo a ONG, ao urinar durante o banho, é economizada uma descarga (12 l de água) por dia e, ou seja, em um ano, a economia chegaria a 4.380 l de água. “Gastando menos água, degradamos menos a natureza, preservando os recursos naturais e as nascentes dos rios”, afirma a organização no site da campanha (http://www.xixinobanho.org.br). “Rios cheios e saudáveis e significam mais água para os reservatórios”, conclui.
A ONG afirma ainda que não há risco de contrair algum tipo de doença. Desde que seja lembrado de urinar no início do banho, a água leva tudo embora, diz a SOS Mata Atlântica.



ENQUANTO ISSO... CARROS ABASTECIDOS COM XIXI!

Pesquisadores americanos da Universidade de Ohio coordenados pela professora Gerardine Botte conseguiram produzir hidrogênio a partir da urina. O processo de obtenção do novo biocombustível consome cerca de um quarto da energia utilizada para transformar a água em hidrogênio.
No processo de fabricação, produtos químicos são adicionados ao líquido e transformados, com o uso de eletricidade, em hidrogênio.
Se o projeto for colocado em prática no dia a dia, serão solucionados dois problemas de uma só vez. Além de o novo biocombustível oferecer um destino mais limpo para o “xixi” de humanos e de animais, o hidrogênio não emite gases poluentes: sua combustão gera apenas água.
Os cientistas estão estudando como aprimorar sua fabricação com o objetivo de comercializá-lo.