Via Rafael Pereira em
http://colunas.epoca.globo.com/bombounaweb/Desmatamento, ocupação de cidades, crescimento das favelas… São coisas que a gente sabe que acontece, mas é tudo tão gradual que só percebemos quando o estrago já foi feito. O site da revista
Wired Science postou alguns vídeos onde é possível acompanhar ações como essas, com imagens sobrepostas dos satélites da Nasa. É impressionante e desolador.
Abaixo, alguns exemplos:
O desmatamento em Rondônia
O estado do norte do Brasil é em boa parte ocupado pela floresta amazônica. O homem, como se pode ver no vídeo, está tentando inverter essa proporção.
Urbanização de DubaiA cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos nasceu praticamente do nada na costa sul do Golfo Pérsico, construída com o dinheiro do petróleo. Uma das obras mais impressionantes foi a dos arquipélagos artificiais em formato de palmeira, feitos com pedra e areia. Por lá, estão resorts para receber endinheirados do mundo inteiro.
A morte do Mar de AralO Mar de Aral, no centro da Ásia, era o quarto maior lago do mundo na década de 60. Localizado entre o Cazaquistão e o Uzbequistão, ele sofreu com seguidos projetos de irrigação usando sua água. Hoje, o que restou dele é dividido em três pequenos lagos com alta concentração de sal.
AINDA...A cada quatro anos, o Rio de Janeiro ganha em favelas o equivalente ao bairro de Ipanema. Em 2004, elas ocupavam uma área de 42,2 milhões de metros quadrados. Em 2008, a área passou para 45,9 milhões, ou 4 mil campos de futebol. O crescimento de 3,7 milhões de metros quadrados equivale à área de Ipanema – ou mais de duas vezes a Rocinha. Mantido o ritmo de crescimento atual, a área ocupada pelas favelas do Rio dobrará em 34 anos. Em 2043, a cidade poderá ter perdido um quarto de sua área verde, uma vez que a cada ano as favelas engolem 1% das reservas de vegetação da cidade.
HOJE E AMANHÃ A foto abaixo mostra a Favela do Vidigal, em São Conrado. Abaixo dela, uma simulação de como poderá ser em 2043

Via - Nelito Fernandes com Rafael Pereira e Wálter Nunes para a Revista Época