14 junho 2009

SUPERMERCADOS SUSPENDEM COMPRA DE CARNE QUE AJUDA A DESMATAR A AMAZÔNIA


As três maiores redes de supermercados do País, Carrefour, Wal-Mart e Pão de Açúcar informaram que suspenderam a compra de carne ou derivados provenientes dos frigoríficos denunciados por contribuírem com a devastação da Amazônia. Os varejistas foram notificados pelo Ministério Público Federal do Pará (MPF), que está processando várias empresas ligadas à pecuária ilegal na região. O anúncio também é uma resposta a denúncias feitas pela organização ambientalista Greenpeace.


São 27 fazendas e frigoríficos que foram rastreados pelo MPF em parceria com o Ibama. As fazendas engordam o gado em pastagens ilegais. Elas estão em áreas invadidas ou desmatadas ilegalmente.
Na nota enviada ao MPF, Pão de Açúcar diz que pedirá aos seus fornecedores que contratem uma auditoria independente para verificar a origem dos animais abatidos. A resposta do Pão de Açúcar se deve a uma notificação enviada pelo MPF, que seguiu a cadeia do frigorífico até os grandes compradores.
Estima-se que a pecuária irregular seja a maior causa da devastação na Amazônia. Em reportagem publicada por Época no ano passado, foram mapeados os dez maiores frigoríficos da Amazônia e foi mostrado como eles estão na área de influência dos municípios campeões de desmatamento. Também a reportagem revelou se as empresas têm algum controle de seus fornecedores.

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CAIXAS COM LIXO DE NOVA YORK VIRAM FEBRE NOS EUA


O lixo que o artista Justin Gignac recolhe em Nova York virou febre entre os cidadãos e turistas que circulam pela Big Apple. Ele coloca tudo em uma caixa transparente e vende por até U$100. É o lixo transformado em arte.

Para isso, Justin percorre as lixeiras de Nova York diariamente e seleciona vários tipos de resíduos que não fede nem apodrece: tickets do metrô, embalagens de cigarro, pedaços de papel, garrafas de cerveja quebradas e o que mais aparecer. Depois ele leva tudo para o seu apartamento, reavalia o que vai ser utilizado e arruma o material cuidadosamente em caixas plásticas transparentes.

Os cubos são assinados, enumerados e datados como qualquer outra obra de arte. Ele ainda produz edições limitadas com lixo de ocasiões especiais como o Ano Novo na Times Square, a Convenção Republicana no Madison Square Garden e o World Series no Yankee Stadium.

As caixas com lixo são vendidas nas ruas de Nova York e no site do artista e custam entre US$50 e US$100. Gignac explica que “Nova York produz todos os dias 11,8 toneladas de lixo. Recibos, copos de café, luvas, latas de refrigerantes. E eu recolho tudo isso”. “Hoje o lixo de Nova York já pode ser encontrado ao redor do mundo. Mais de 800 cubos estão distribuídos em 41 estados americanos e 20 países”, afirma o artista.

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Link externo: Site do artista - http://www.nycgarbage.com/

29 maio 2009

LIXO ESPACIAL


A colisão entre um satélite russo e outro americano, em meados de fevereiro, reacendeu o debate sobre os riscos do acúmulo de lixo espacial para a humanidade. Desde o lançamento do Sputnik o primeiro objeto que entrou em órbita, em 1957, a evolução tecnológica permitiu que naves, foguetes e outras centenas de satélites explorassem o espaço tranquilamente. Após perderem a utilidade, porém, esses objetos permaneceram no mesmo local e passaram do status de exploradores para o de poluidores espaciais. Atualmente, cerca de 17.000 destroços com mais de 10 centímetros giram em torno do Planeta Terra, provocando colisões e danificando naves (na imagem acima, uma montagem feita em computador mostra o acúmulo do lixo ao redor do planeta). Saiba as consequências disso e quais são as possíveis soluções para a realização de uma “faxina no espaço”.
Clique nas perguntas abaixo e veja as respostas com as soluções possíveis:

1. O que é lixo espacial?
2. Quando surgiu? Como está a situação atualmente?
3. Então a evolução tecnológica só serviu para “poluir” o espaço?
4. O que acontece com os detritos que ficam no espaço e ninguém retira?
5. É possível ser atingido por um pedaço de satélite, por exemplo?
6. Na pior das hipóteses, quais são os riscos do acúmulo de lixo espacial?
7. Na prática, como os detritos espaciais poderiam afetar a vida do homem?
8. É possível fazer uma “faxina espacial”?
9. Quais métodos já foram apresentados?
10. Há alguma alternativa para evitar que os satélites que estão em órbita não se tornem lixo espacial?
11. Por quê o uso das órbitas-cemitério não é tão comum?
12. As agências espaciais se preocupam com esse tema?
13. O Brasil também tem sua parte de responsabilidade na “poluição do espaço”?

Em: http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/lixo-espacial/satelite-colisao-poluicao-orbita.shtml

POST COMPLEMENTAR: O LIXO ESPACIAL EM 2011