24 abril 2009

AUSTRALIANO CRIA "ESCULTURAS" COM ELETRICIDADE


Um médico australiano e físico amador cria imagens inusitadas usando raios de alta voltagem e o próprio corpo. Com um aparelho chamado bobina de tesla - um transformador que gerar alta tensão - Peter Terren transforma energia elétrica doméstica em um raio super potente que pode chegar a 500 mil volts, formando as "esculturas elétricas".



A carga elétrica passa pelo corpo de Terren, que usa uma camada de folhas de alumínio do tipo usado em construções por baixo da roupa para protegê-lo de choques. O alumínio conduz a eletricidade até o solo sem provocar desconforto no médico. Em outras obras, Terren fica dentro de gaiolas de metal, para evitar o contato elétrico.

Na sua mais recente obra, o médico se inspirou na famosa escultura de bronze O Pensador, do francês Auguste Rodin, rebatizando-a de Pensador Moderno. Para criá-la, Terren recebe uma carga de 200 mil volts de eletricidade no corpo, que o transforma numa faísca humana durante cerca de 15 segundos.
"Não é perigoso porque ele faz com muita segurança e sem envolver ninguém", explica o supervisor da faculdade de física da Universidade da Austrália Ocidental, Jayjay Thesan, que dá suporte técnico às experiências do médico.
Eu me descrevo como um "artista de alta voltagem", disse Terren. O médico, que se diz um "estudante do primeiro ano de física que abandonou a faculdade", explicou que quanto mais alta a voltagem, mas facilmente a eletricidade passa pelos objetos.

LABORATÓRIO BRITÂNICO CRIA APARELHO PARA INTIMIDADE À DISTÂNCIA

O aparelho, que promete comunicar a intimidade entre casais, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência. Para poder participar, o casal deve estar vivendo a pelo menos 250 quilômetros de distância.

"Mutsugoto foi inspirado nos problemas que as pessoas têm em relacionamentos a longa distância. Meios de comunicação como o celular e o e-mail são muito genéricos e impedem qualquer senso de intimidade", explicou o norte-americano Stefan Agamanolis, executivo-chefe e diretor de pesquisas da Distance Lab, a empresa escocesa que desenvolveu a tecnologia. O conceito foi elaborado a partir de uma proposta da japonesa Tomoko Hayashi, uma artista visionária que explora o uso do tato e dos meios digitais para ampliar a intimidade e o contato humano.Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.

Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
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O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo, o ‘Remote Impact’, no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.



Link externo - http://www.distancelab.org/

ROBÔS ESTRELAM PEÇAS DE TEATRO NO JAPÃO E NA SUÍÇA

O robô humanóide Wakamaru estrelou em novembro de 2008, no Japão, a primeira peça teatral em que um robô atua ao lado de um humano.
Produzido pela japonesa Mitsubishi Heavy Industry, o robô interpretou o personagem Momoko na peça escrita e dirigida pelo dramaturgo Oriza Hirata, dividindo o palco com a atriz Minako Inoue.
O espetáculo de 20 minutos foi apresentado na Universidade de Osaka exclusivamente para a imprensa, com a possibilidade de entrar em cartaz em 2009.

NA SUÍÇA
Neste ano, três robôs estão se preparando para estrear em uma peça de teatro na Suíça. Os robôs dividirão o palco com os atores Laurence Iseli e Branch Worsham no musical Robots.
Os robôs foram desenvolvidos pela BlueBotics em parceria com o Instituto Federal de Tecnologia em Lausanne e são capazes de interagir com os atores e com o cenário.
O musical conta a história de um homem auto-exilado que vive com três robôs e recebe a visita de uma mulher, que representa sua última ligação com o mundo exterior.
A peça estréia no dia 1o de maio e fica em cartaz até 17 de maio, no Teatro Barnabe em Servion, perto de Lausanne, na Suíça.