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20 setembro 2008

VENEZUELA EXPULSA CHEFE DA HRW

A Venezuela expulsou o diretor da organização de defesa de direitos humanos Human Rights Watch no país, José Miguel Vivanco, após a divulgação de um relatório que critica as instituições e o governo. O relatório da Human Rights Watch (HRW), divulgado na quinta-feir(18/ 09), apresenta um balanço dos 10 anos de gestão de Hugo Chávez no qual afirma que o governo "debilitou as instituições democráticas e as garantias de direitos humanos" neste período.
O Ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Nicolas Maduro, disse que Vivanco violou a Constituição do país ao "interferir ilegalmente nos assuntos internos" do país.
O assistente de Vicanco e co-autor do relatório, o americano Daniel Wilkinson, também foi expulso.
No documento, intitulado "Intolerância política e oportunidades perdidas para o progresso dos direitos humanos na Venezuela", a organização afirma que depois do fracassado golpe de Estado contra o presidente venezuelano, em 2002, Chávez teria "tomado" as instituições do Estado.
Entre as principais áreas criticadas aparecem "o controle" do governo sobre o poder judiciário, "discriminação política aos opositores", "limitações à liberdade de expressão e ao sindicalismo".
Uma das principais críticas apresentadas no documento afirma que na Venezuela "não há separação de poderes" e utiliza como exemplo a ampliação do número de cadeiras no Tribunal Supremo de Justiça, de 20 para 32, em uma reforma realizada em 2004, para que os magistrados favoráveis ao governo alcançassem maioria.
Para Saul Ortega, deputado da Comissão de Relações Exteriores da Assembléia Nacional, a divulgação do informe está relacionada com a mais recente crise diplomática entre Venezuela e EUA.
Na semana passada Chávez ordenou a expulsão do embaixador norte-americano de Caracas "em apoio à Bolívia" e recebeu uma idêntica resposta por parte da Casa Branca.
Entre outras considerações, Human Rights Watch "recomenda" ao governo o "reestabelecimento da credibilidade" do Tribunal Supremo de Justiça e a criação de um organismo autônomo que administre a freqüência de rádio e televisão.

VEJA A REPORTAGEM E AS CRÍTICAS DO DIRETOR DA INSTITUIÇÃO



Links externos:
Human Rights Watch (em inglês)

24 outubro 2007

CHÁVEZ MENTE E ESTENDE TENTÁCULOS EM TODAS AS DIREÇÕES


O Congresso da Venezuela aprovou na noite de segunda-feira (22/10) um aumento das atribuições do Presidente da República na reforma constitucional em curso, em meio a debates sobre a restrição de direitos durante estados de exceção. Além dos 33 artigos apresentados por Chávez, o Congresso aumentou para 68 o número de artigos modificados, dos 350 presentes na atual Constituição, aprovada em 1999.

Neste vídeo, a reforma constitucional na Venezuela




Ricardo Gutiérrez, deputado do partido Podemos - responsável por mais de 10% dos votos que reelegeram Chávez em dezembro -, denunciou que a reforma entrega "um poder desmedido ao presidente" e considera que "vai além dos limites que se impõem em qualquer Estado republicano".
As Academias Nacionais de Língua, História, Medicina, Ciências Políticas e Sociais, Ciências e Economia emitiram na terça-feira um comunicado conjunto para advertir que o "caminho legítimo" para uma modificação na Constituição "é a convocatória de uma Assembléia Nacional Constituinte. "Configura-se uma fraude constitucional", a proposta de Chávez “acentuou a divisão que se instalou na sociedade venezuelana", afirmaram no texto.

Veja as promessas de Chávez em 5 dedezembro 1998



El Diablo por superalbertofilho

Enquanto isso na Bolívia...


Também na madrugada de segunda-feira, o consulado da Venezuela e a uma missão médica de Cuba sofreram atentados com explosivos de baixa potência na cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra. O Governo venezuelano responsabilizou a "oligarquia racista" da Bolívia pelo "ataque terrorista".
O ministro do Exterior venezuelano, Nicolás Maduro, afirmou que o "ataque terrorista" conseguiu apenas aumentar o interesse de Caracas em concretizar seu apoio a Morales.
Para o chanceler da Venezuela, a mensagem de Chávez de que seu governo reagirá invadindo o território boliviano diante de qualquer tentativa de assassinato de Morales "alvoroçou todo o ódio, racismo e a loucura contida na oligarquia boliviana".

E na Colômbia...


Chávez negocia com as FARC na Colômbia por superalbertofilho

E no Brasil...


Chávez encontra com Lula em Manaus por superalbertofilho